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quarta-feira, 27 de junho de 2018

BUF167.13 O melhor pai que existiu sobre a terra

Em cima da cómoda do quarto havia um velho relógio de madeira. Carmen olhava-o, continuamente. Em dado momento, depois de o mirar uma vez mais, deu um profundo suspiro. Juan Rode compreendeu.
— Está na hora, não é verdade? Devem estar prestes a chegar ao cofre... Isso quer dizer que, dentro de alguns minutos, esse rapaz, Robert Joyce, e a família dele serão assassinados. Creio que, lá em casa, vivem ele, os pais e uma criada. Todos vão ser liquidados, Carmen.
— Cala-te! — suplicou a jovem, com voz alterada. —Não sabes o que dizes! Não vai acontecer nada!
— Não sejas cobarde, minha filha, e enfrenta a verdade. Jim Galluro odeia Bob e, além disso, não quererá deixar perigosas testemunhas do roubo. Conheço este «ofício», desgraçadamente. Não ficará ninguém vivo, para contar pormenores nem para descrever o aspeto dos assaltantes. Ë o que sempre se faz, nestes casos. Se um dia fossem apanhados, ninguém poderia afirmar, em tribunal, «foi este homem!». Galluro bem o sabe.
— Falas como um bandido, como um profissional do crime, pai!
— Sim, é verdade. Mas asseguro-te que jamais assassinei ninguém. Mesmo nesta vida, há várias categorias de pessoas. Tu sabes que Jim Galluro pertence à mais baixa. Viste, por acaso, como ele e os homens do seu bando assassinaram todos os passageiros da caravana em que ias e da qual só tu escapaste?

terça-feira, 26 de junho de 2018

BUF167.12 Uma família em apuros

O pai de Robert Joyce costumava deitar-se tarde, devido à sua paixão pela leitura. E o Banco dava-lhe tanto trabalho que, a não ser de noite, não podia ler nada.
Naquela noite, tinha ficado no escritório, entregue à sua única diversão, quando ouviu bater à porta. Sem levantar a cabeça, chamou:
— Joana! Estão a bater à porta! Vai abrir, por favor.
No mesmo instante, lembrou-se de que a criada já estaria deitada, havia muito tempo. Em casa, já toda a gente dormia, exceto ele. Pousando o livro em cima da secretária, foi abrir, murmurando:
— Quem poderá ser, a estas horas?
Era uma pessoa demasiadamente confiada, o que o levou a abrir a porta, sem primeiro ver ou perguntar quem era. E viu-se perante o cano de um revólver, apontado para a sua testa...
Recuou, instintivamente. A arma acompanhou-o, ao mesmo tempo que uma voz seca lhe ordenava:
— Não grite nem chame ninguém, se não quer ser o causador da morte de quantos se encontram nesta casa!
Sob a ameaça do revólver, continuou a recuar. Viu um grupo de homens avançar pela casa. Jim Galluro, muito satisfeito dirigiu-se-lhe, em tom trocista:
— Deita-se muito tarde, senhor Joyce. Onde estão as outras pessoas?

segunda-feira, 25 de junho de 2018

BUF167.11 Preparação do golpe definitivo

— Que horas são? Um dos homens levantou a cabeça, olhando para o relógio colocado por cima das prateleiras das bebidas.
— És um comodista, Jim — retorquiu. — Tens o relógio na tua frente. Porque não olhas para ele?
Jim Galluro olhou torvamente para o homem que tinha replicado, após o que o agarrou pela camisa, dizendo-lhe, por entre os dentes:
— Que te importa como sou? Perguntei que horas são, apenas. E tu deves responder-me, sem comentários!
— São dez horas — interveio outro indivíduo. — Acalma-te, Jim. Não deixes que os nervos nos levem a discussões ou disputas, agora.
— Ora! Eu não estou nervoso. Não posso é com a impertinência desse tipo.
Estavam cinco homens com Jim Galluro, sentados em redor de uma mesa. Dois deles estavam entretidos a jogar às cartas. Era indubitável que estavam todos nervosos, incluindo Jim Galluro.
Permaneceram silenciosos. De vez em quando, Jim olhava para o relógio. As onze, pôs as mãos no tampo da mesa e murmurou:
—Vamos rever tudo, rapazes. É necessário que cada um tenha bem presente o papel que lhe cabe. Eu bato à porta da casa e vocês ficam colocados de um e outro lado. Quando abrirem...

domingo, 24 de junho de 2018

BUF167.10 O poder da lágrima fingida

Ao meio-dia, Robert Joyce logrou escapar-se do Banco, com uma desculpa. O pai, que o adorava, sabia perfeitamente onde ele pretendia ir.
— Essa jovem enlouqueceu-o — murmurou. — Não é capaz de estar algumas horas sem a ver!
Robert Joyce chegou ao hotel «Santa Cruz» e perguntou por Carmen. Um criado subiu ao quarto da jovem, para a avisar. Carmen Rode desceu, pouco depois, bem arranjada e muito sorridente. Havia algumas horas que não sabia de Jim Galluro e estava intranquila, mas sorriu a Bob, escutando atentamente o que ele lhe dizia.
— Pensei que... que poderíamos almoçar juntos, Carmen. Tenho uma hora livre e queria contar-te algo muito interessante. Aquele homem que entrou no Banco... naquela noite... é um velho amigo do teu pai. Foi ele próprio quem mo disse.
Encolhendo os ombros, Carmen murmurou:
— Sim? O meu pai tem muitos amigos... Isso não tem importância, Bob. Vamos almoçar.
O jovem ofereceu-lhe o braço. Quando saíram do hotel, quase tropeçaram em Jim Galluro, o qual esteve prestes a dirigir-se à cúmplice, para lhe dizer que tinha de falar com ela. Retraiu-se a tempo, numa primeira reação.

sábado, 23 de junho de 2018

BUF167.09 Lutar pelo futuro de Carmen

Parecia fora de dúvida que Tom «El Toro» tinha renunciado a toda e qualquer resistência à prisão, pensando tentar a fuga durante a longa viagem até El Paso.
Roger Modol entendeu-o assim e, por isso, teve um pequeno descuido, no momento em que ia fechar o primeiro anel de aço. Juan Rode, que olhara para as mãos do caçador de recompensas e não para a sua cara, adivinhou a oportunidade, não a deixando passar.
Modol desviou um pouco o cano da arma, sem se aperceber do facto. Apenas um pouco, mas o suficiente para Juan... Com uma cotovelada sua e inesperada, acabou de desviar o cano do revólver.
Ao mesmo tempo, com a outra mão, agarrou uma das próprias armas, que Modol tinha entalado no cinturão, e empunhou-a. Foi tudo rapidíssimo.
Modol retrocedeu, precipitadamente, a ponto de cair, praguejando, furiosamente. Não largara a arma. A sua reação imediata foi deixar cair as algemas e pronunciando um insulto, premir o gatilho, visto que, na verdade, a recompensa oferecida pelo bandido tinha o mesmo valor, quer fosse entregue morto, quer vivo.

sexta-feira, 22 de junho de 2018

BUF167.08 Um homem para matar «El Toro»

Jim Galluro alcançou a entrada do Banco de Tucson.
Antes de entrar no edifício, voltou a cabeça, para voltar a assegurar-se de que ninguém o observava. Teve, apenas, o tempo necessário para divisar uma sombra que se movimentava nas suas costas. Ainda esboçou o gesto de se virar, para usar o revólver. O vulto moveu-se rapidamente e Jim Galluro recebeu uma pancada na cabeça, junto da orelha. Sem sentidos, deslizou para o chão, largando arma.
O homem que o agredira apressou-se a evitar que o revólver caísse no solo, provocando um ruído que o denunciaria. Habilmente, apanhou a arma no ar, ao mesmo tempo que, com o braço livre, amparava a queda de Jim, a quem colocou suavemente no solo, encostado a uma coluna.
Depois, Juan Rode -- a ele se devia aquela intervenção — entrou no Banco, decididamente, pisando o solo com força e perguntando, em voz alta:
— Está aí alguém? Quem quer que seja não se mova!
Tinha um revólver em cada mão. A claridade que reinava no interior, distinguiu os vultos da filha e de Robert Joyce, defronte do enorme cofre, aberto de par em par.
O jovem voltou-se, velozmente, perguntando:
— Que faz você aqui? Para que são estas armas?
— Passei e vi a porta aberta. Vou levá-lo ao xerife, agora mesmo!

quinta-feira, 21 de junho de 2018

BUF167.07 Banco aberto só para o bandido

—É verdade, sim! — acusou Carmen, terminantemente. — Ele poderá negá-lo, mas o seu retrato está em imensos jornais e cartazes de pedidos de captura. É Tom «El Toro», o mais selvagem dos bandidos do Texas. Não tens nada a recear dele, porque é pior que tu e tem mais que ocultar!
Para mostrar o desprezo que sentia pelo pai, voltou-lhe as costas. Juan Rode manteve-se silencioso. Jim aproximou-se dele, estendendo-lhe a mão.
— Tenho muito orgulho em conhecê-lo, Tom — disse. — Tenho ouvido falar imenso de si, como calcula.
Juan não tocou na mão que o outro lhe estendia. Não fez, aliás, qualquer movimento.
—Deixe-se de cumprimentos, rapaz — replicou. —Afaste-se da minha filha, ou, de contrário, ficará realmente a saber quem eu sou.
Jim protestou:
— Mas eu pretendo casar-me com ela! As minhas intenções são sérias. Logo que tivéssemos o dinheiro... E vamos tê-lo, muito em breve, porque...
Carmen interrompeu-o, raivosamente:
— Cala-te, Jim! Não fales dos nossos assuntos!
Galluro corou, enquanto Juan Rode sorria...
— Estão, então, à espera de dinheiro... — comentou. — Compreendo. No entanto, acho difícil que o consigam, uma vez que Carmen tem de seguir viagem!...

quarta-feira, 20 de junho de 2018

BUF167.06 Reencontro indesejado

Em Tucson, um indivíduo como Jim Galluro podia viver tranquilamente, porque Tucson era outra cidade sem lei, outra cidade fronteiriça.
Jim Galluro era um jovem alto, tão alegre quanto o irmão fora melancólico. Muita gente o saudava, ao passar pelas ruas. Caminhava rapidamente, com ar sorridente.
Ao chegar à entrada do hotel «Santa Cruz», empurrou a porta envidraçada e entrou no estabelecimento. Em três ou quatro saltos, alcançou o primeiro andar, em cujo corredor parou, para bater à porta de um quarto.
— Entra, Tília — responderam-lhe dentro.
Jim entrou no quarto, sorrindo para a formosa jovem que, diante do espelho do toucador, penteava os longos cabelos.
— Já o temos, Carmen! Encontrei o homem indicado. Dentro de pouco tempo, disporemos de todo o dinheiro de que necessitamos!
Carmen voltou-se, risonha. Era realmente preciosa. Os seus olhos enormes tinham uma vivacidade extraordinária.
— Precisamos de muito, Jim! — retorquiu.
— Nada receies, que tudo sairá bem. Trata-se do filho do diretor do Banco, um rapaz educado, amável para toda a gente. Como não há-de ser amável contigo!...
Carmen levantou-se. Jim abraçou-a, beijando-a nos lábios. Como ele se mostrasse demasiadamente apaixonado, a jovem repeliu-o com firmeza, dizendo:
— Não, Jim. Bem sabes como sinto e penso. Deixa as ternuras para quando estivermos casados.
— Casar-nos-emos muito brevemente. Mas tu és muito...

terça-feira, 19 de junho de 2018

BUF167.05 Lutar por alforges vazios

A pequena caravana atravessou o Rio Grande, às nove da manhã, um pouco ao norte de El Paso, penetrando no território do Arizona. Era uma estranha caravana, constituída apenas por três carros e uma quinzena de homens.
Mal saíram, o chefe, o próprio Galluro, falou a Juan Rode.
— Nada receie, senhor, que não há perigo — disse-lhe. — Os bandidos não se atreverão a atacar esta caravana.
Sorrindo, Juan retorquiu-lhe:
— Acredito... No entanto, disseram-me que esta rota é dominada por um tal Galluro, que dizem ser muito perigoso. Segundo parece, os bandidos repartiram os caminhos entre si...
Galluro replicou, num grunhido:
— Nenhum bando se atreverá a atacar quinze homens, senhor Linden, esteja tranquilo...
Juan levava alforjes de coiro, fechados com cadeados. Parecia muito cuidadoso com eles... Galluro lançara-lhes um olhar de curiosidade, quando Juan se unira à caravana. Depois, não voltou a olhar para eles.
A caravana prosseguiu, nos trilhos do Arizona, sem muita pressa. Juan Rode continuava a fazer um esforço tremendo para dominar a raiva que sentia.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

BUF167.04 Caravana de salteadores

Clara Trenton acabava de chegar, na companhia de quatro homens, os quais não estavam nada convencidos da veracidade das afirmações dela.
— Tom «El Toro»! Que pode querer de Pecos um sujeito como esse? Aqui, não há dinheiro bastante para ele!
Quando se acercavam de casa, ouviram um tiro de revólver. Apenas um.
Clara exclamou, num grito de espanto:
— Meu marido! Esse homem!...
Recalcando o medo que sentia, chicoteou o cavalo, na garupa, para que puxasse mais rapidamente o carro. Os quatro homens imitaram-na, fazendo galopar as montadas. Começavam a admitir que Clara Trenton não tivesse mentido...
— Se, na realidade, se trata de Tom «El Toro», terremos de atuar com os maiores cuidados, rapazes!...
De bom grado teriam voltado para Pecos, mas não podiam deixar Clara Trenton sozinha, no momento de chegar a casa. Desmontaram, rapidamente, antes de os cavalos se deterem.
Com a pressa, um deles chegou a rolar no solo, junto da carruagem, da qual Clara se apeava. O que comandava o grupo, advertiu, visivelmente nervoso:
— Cuidado! Ele ainda está em casa, com certeza!

domingo, 17 de junho de 2018

BUF167.03 A visita de Tom, «el Toro»

No mesmo lugar onde doze anos antes se encontrava a cabana dos Trenton, existia agora uma magnífica casa de pedra, rodeada de um pequeno jardim. A propriedade dos Trenton tinha-se modificado muito, assim como os seus donos. Aqueles doze anos tinham-nos convertido em duas pessoas de boa apresentação e bem vestidas. E também os tinham envelhecido, naturalmente...
Em Cayanosa, todos se perguntavam sobre as possíveis causas do repentino esplendor dos Trenton, que tinham abandonado totalmente o trabalho. No entanto, só o banqueiro de Pecos sabia a verdade.
Os Trenton recebiam dinheiro, todos os meses. O dinheiro procedia de diferentes partes do Texas e nunca mencionava o nome da pessoa que o enviava. E o banqueiro calava-se, por dever profissional. Por isso, as pessoas de Cayonosa murmuravam muito. Diziam que os Trenton tinham descoberto uma mina e alguns, mais imaginativos, asseguravam:
— Quase apostaria que, um dia, se acabará por descobrir que Trenton é, nem mais nem menos, o famoso Tom, «El Toro», esse bandido que anda a meter no bolso todo o dinheiro do Texas!
— Não sejas idiota! Trenton jamais abandonou a casa. As suas viagens mais longas são ao povoado. Anda sempre agarrado às fraldas da mulher e da sua filha! Esse tipo tem um tesouro escondido! Ou encontrou uma boa «maquia» enterrada e vai-a gastando, pouco a pouco.

sábado, 16 de junho de 2018

BUF167.02 É fácil um homem converter-se num assassino

O advogado Bill Jordan tinha o seu escritório na cidade de Pecos, uma cidade menos famosa do que o rio que passava junto dela. Jordan perguntou ao empregado, ao entrar no escritório.
— Já chegaram os Rode?
— Já. Estão todos lá dentro, senhor Jordan.
Jordan tossiu, abriu a porta do seu gabinete e olhou para as pessoas que lá se encontravam. Num lado, estavam Marta e os seus dois filhos, ela sentada numa poltrona, eles de pé. No outro lado, sentava-se Carmen, a formosa mexicana e, junto dela, o carrancudo Juan Rode, que tinha a filha sobre os joelhos. Foi Juan quem primeiro falou:
— Fez-nos esperar demasiado, senhor Jordan.
— Acalme-se, Rode. O seu pai não era o meu único cliente e tenho outros assuntos a atender. Ah! Dou-lhe os meus pêsames, pela morte do seu pai.
Marta resmungou, enervada:
— Deixe-se de cumprimentos e acabemos, de uma vez, advogado!
Jordan sentou-se na sua cadeira, do outro lado da secretária, deitando um olhar agudo a todos os presentes.
Voltou a tossir, abriu a pasta de cabedal negro e retirou dela um maço de papéis atados.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

BUF167.01 A última vontade do moribundo

A mulher era muito formosa, morena, de enormes e ardentes olhos. Vestia com modéstia e usava o cabelo apanhado numa trança, enrolada na nuca. Caminhava com a graça das mexicanas, o que era natural, pois Carmen Rode era mexicana.
Carmen entrou na pequena forja. Um homem com o torso nu olhou para ela, sorrindo. Era um homem novo, muito forte, de cabelo avermelhado e olhos negros.
— Carmen! Não me digas que já são horas de comer! Não posso ir, antes de acabar este eixo.
A mulher aproximou-se. Nos seus olhos brilhava o amor. Olhava para o marido com verdadeiro entusiasmo e admiração.
— Não, Juan, a comida ainda não está pronta. E que... veio um homem, de casa do teu pai.
Juan Rode deixou de sorrir.
— Outro? Diz-lhe que se vá embora! Diz-lhe que...
A mulher murmurou, persuasiva:
— Juan, esse homem afirma que o teu pai está muito mal e disse que te queria ver.
— Eu não tenho interesse nenhum em vê-lo!
Carmen cobriu o rosto com as mãos e começou a chorar.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

BUF167. História de um bandido


(Coleção Búfalo, nº 167)
 
Juan Rode vivia apaixonado por Carmen da qual teve uma filha. Mas o pai não aprovava a sua ligação e, seduzido por uma mulher, deserdou o filho e entregou os seus bens aos familiares daquela.
 
Juan ficou como louco e desatou a disparar. Involuntariamente atingiu a mulher. Fugiu, deixando a filha entregue a uma família amiga para quem enviou dinheiro regularmente. A sua vida transformou-se num inferno de assaltos e assassínios, passando a ser conhecido por Tom «el Toro».
 
Um dia voltou junto daqueles a quem confiara a filha e veio a descobrir que o dinheiro quem enviara tinha sido usado em proveito próprio. Começou aí nova matança e a procura incansável da filha.