(Coleção Oeste, nº 39)
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segunda-feira, 30 de março de 2020
quinta-feira, 26 de março de 2020
terça-feira, 7 de junho de 2016
CLF065. Lutando pela terra
(Coleção Califórnia, nº 65)
Em Abril de 1889, procedeu-se em Oklahoma à grande corrida («Run»), processo através do qual o governo atribuiu um conjunto de novas terras aos colonos, chegados de todo o aluno. Paralelamente aos que pretendiam terras para explorar, chegaram jogadores, brigões e toda uma série de indivíduos sem escrúpulos que se dedicavam a viver à conta do rendimento que os outros criavam. Ao mesmo tempo, era reforçada a presença de militares que procuravam que tudo corresse legalmente, mas deixavam a disputa para os colunos.
É neste contexto que se desenha a ação desta novela de George H.White. Hiram Dugan, um agente federal, é destacado para acompanhar a «Run» em Oklahoma e conhece uma família de colonos com a qual trava o melhor relacionamento. Ele é portador do desejo de encontrar um indivíduo, Ed Langston (Parker) que arruinara a vida da sua irmã e isso acontece no gigantesco acampamento que precedeu Oklahoma City. O seu desejo era abatê-lo, mas uma aproximação entre o seu sobrinho (Bird) e o indivíduo em causa fez com que os seus projetos se gorassem.
O grande dia surgiu com todas as batotas próprias destes processos. A família de colonos com quem o agente federal se relacionara foi posta fora da corrida devido a um acidente do patriarca da família. O homem procurado pelo agente federal é baleado no momento de reivindicar a propriedade da terra onde chegara primeiro. E, neste momento, a ação do agente é fundamental para reconduzir esta novela para o campo da justiça.
Este livro, muito interessante pelo tema, é um tanto maçudo e cheio de quezílias que não contribuem muito para o tornar agradável. Dele extraímos duas passagens que ilustram o decorrer da grande corrida.
sexta-feira, 3 de junho de 2016
CLF061. A morte saiu de ronda
(Coleção Califórnia, nº 61)
Mais uma vez a Morte...
Desta, até vem no próprio título da novela.
A morte é como o FMI: mesmo sem ter chegado, já se anuncia e já tem os seus agentes.
Mas este livro pertence a um lote esquisito: eu classifiquei-o entre os INTRAGÁVEIS. Não consegui lê-lo há uns 50 anos quando o comprei e agora não consegui ultrapassar a aversão.
A culpa até pode nem ser do autor, Raf Segrram o qual nem abusa de tiroteio e violência. Li um ou mais livros interessantes do mesmo. Mas o título, o início... há coisas assim.
Quanto a este Raf, pode dizer-se que tem 35 livros registados em Portugal, repartidos pela APR e pela IBIS o que é natural por ser um autor ligado à Bruguera.
A capa, que nos parece assinada por António Bernal, representa uma cena em que a personagem principal esmurra um bandido sob os olhos atemorizados de uma menina.
Desta, até vem no próprio título da novela.
A morte é como o FMI: mesmo sem ter chegado, já se anuncia e já tem os seus agentes.
Mas este livro pertence a um lote esquisito: eu classifiquei-o entre os INTRAGÁVEIS. Não consegui lê-lo há uns 50 anos quando o comprei e agora não consegui ultrapassar a aversão.
A culpa até pode nem ser do autor, Raf Segrram o qual nem abusa de tiroteio e violência. Li um ou mais livros interessantes do mesmo. Mas o título, o início... há coisas assim.
Quanto a este Raf, pode dizer-se que tem 35 livros registados em Portugal, repartidos pela APR e pela IBIS o que é natural por ser um autor ligado à Bruguera.
A capa, que nos parece assinada por António Bernal, representa uma cena em que a personagem principal esmurra um bandido sob os olhos atemorizados de uma menina.
sábado, 25 de julho de 2015
CLF043. "Procura Sarilhos" Jimmy
(Coleção Califórnia, nº 43)
Finalmente, chegamos a um dos autores cujas obras em geral lemos com muito agrado: Joe MOgar. Teremos ocasião com outras de ilustrar a sua qualidade narrativa.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
domingo, 7 de dezembro de 2014
sábado, 6 de dezembro de 2014
sábado, 25 de outubro de 2014
CLT023. A colina da morte
(Coleção Colt, nº 23)
Que segredo escondia aquela sepultura e qual a sua relação com a mais poderosa proprietária daquela terra?
Recém-chegado à terra natal, de onde se tinha ausentado alguns anos antes, Charly Garner deparou-se com uma jovem arrogante, proprietária de dois mastins que não hesitava em lançar às pessoas quando se sentia incomodada por estas.
Mas na vida da jovem havia algo no passado que a obrigou a reconsiderar a sua atitude e a alterar o comportamento. Isso foi o segredo que aquele local, pela voz de Charly, um dia lhe deu a conhecer. Eis uma novela com honras de primeira publicação na Coleção Bisonte e, alguns anos depois, na Coleção Colt. A sua qualidade é igual à de tantas outras, por isso, a esta distância não percebemos a razão, dada a proliferação de novelas da Bruguera e do senhor Rolcest por esta altura.
A capa, assinada por Bernal, é bem menos significativa que a da Bisonte, em clara sintonia com a novela. Aliás, a presente até é bem esquisita com os diferentes elementos numa escala que não parece a mais própria.
Vamos apresentar algumas passagens desta novela. Se preferir lê-la totalmente, eis uma versão para download
Vamos apresentar algumas passagens desta novela. Se preferir lê-la totalmente, eis uma versão para download
terça-feira, 14 de outubro de 2014
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
KNS016. A morte no deserto
(Coleção Kansas, nº 16)
Um homem que negociava em ranchos e gado apareceu morto, enforcado numa árvore em circunstâncias estranhas que alguns pensaram tratar-se de suicídio. Assim o pensaram as entidades oficiais.
Mas um fotógrafo errante tinha presenciado tudo e decidiu tirar partido da situação e criar condições para o castigo dos criminosos.
A verdade é que algum tempo depois ele apareceu morto com todo o espólio revolvido e parte dele destruído.
O filho, Sterling, resolveu então investigar o que levou à morte do fotógrafo e uma estranha carta depositada no banco acaba por esclarecer toda a situação.
Esta novela de Fidel Prado seria excelente para um filme com escassez de meios, essencialmente, a nível humano. Nela intervêm menos de dez pessoas e o autor consegue preencher as cento e tal páginas da mesma com extensos diálogos entre Sterling e a bela Devis ou com a carta do malogrado fotógrafo. É no entanto agradável de ler, tratando-se de um belo exemplar da Coleção kansas e deste autor.
A capa reflete a formidável luta de Sterling em defesa da honra de Devis, assediada por um capataz sem escrúpulos.
sábado, 27 de setembro de 2014
sábado, 13 de setembro de 2014
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
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