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sexta-feira, 19 de abril de 2019

KNS141_KNS150

Capa e  texto indisponíveis para os livros seguintes da Coleção Kansas:

141 Tumbas Para os Mortos……….. Rogers Kirby
142 O Passado de Jim Carol……….. Cliff Bradley
143 Marcados Como Cobardes……. M. L. Estefânia
144 Vendo o Meu Cadáver………... Silver Kane
145 Conversa de Chumbo…………. M. L. Estefânia
146 Duas Mãos Para o Verdugo…… Rocco Laser
147 Marcas de Morte………………. M. L. Estefânia
148 A Fronteira……………………. M. L. Estefânia
149 Capturem o Enforcado………... Peter Debry
150 Terrível Matança……………… M. L. Estefânia

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

CLF041.1 Revisita a «O guerrilheiro»

Uma visita ao OLX permitiu este contacto tardio com este livro da Coleção Califórnia, «O guerrilheiro», o qual mereceu uma apresentação escrita de modo um tanto estranho à Editorial Ibis:

«COLECÇÃO CALIFÓRNIA—insere um volume que pode ser considerado como especial, pois de um assunto que interessa sobremaneira aos leitores habituais deste género de leitura: a velha questão entre o Norte e o Sul — a velha questão de guerra entre os dois pontos do mesmo país. Desta vez, surgem os guerrilheiros como fulcro de ação, e para além da intensidade dramática nascida da luta entre irmãos — surge um caso de amor, que não tarda a constituir motivo aliciante de interesse dentro da ação. Um livro feito por Cliff Bradley com a acuidade de quem está documentado sobre a história da América do Norte, e possui o sentido psicológico das personagens que põe em movimentação. Um livro que honra a tradição da COLECÇÃO CALIFÓRNIA!»


Resta acrescentar a estas estranhas linhas que a tradução apresenta inúmeras gralhas fazendo com que por vezes a frase soe bastante mal. E mais uma vez as alusões aos negros por parte do senhor Bradley nos parecem um tanto racistas.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

CLF041. O guerrilheiro


(Coleção Califórnia, nº 41)
 
Eis mais uma novela assinada por Cliff Bradley e reportando-se às sequelas da Guerra da Secessão. Uma bela história com certeza, assim nos garantem os pergaminhos do autor. Infelizmente, dela apenas dispomos desta capa. Talvez um dia...
 
 

segunda-feira, 30 de março de 2015

CLT036. Alma de pistoleiro

(Coleção Pólvora, nº 36)
 
 
Vance Logan é um pistoleiro, um homem que aluga o seu revólver ao melhor preço para abater o seu semelhante. Não é um vulgar assassino, pois tem a particularidade de desafiar ou provocar as vítimas para um combate com armas iguais.
Ferido num desses combates, Logan é encontrado por Andy Terrel que o trata e perante o qual contrai uma dívida de gratidão.
Terrel cruza-se com a família Danvers, impressionando-se com a jovem e bela Betty a quem protege dos Colton, três irmãos que lhes cobiçam as terras das quais os querem escorraçar. Atraído pela bela Stela Colton, Terrel em breve demonstra a fidelidade aos Danvers, tornando-se em mais um alvo para aquela família de abutres.
Logan acaba por ser contratado pelos Colton, mas ao reencontrar Terrel resolve respeitar a dívida de honra que contraiu perante aquele que o salvou.
Eis uma obra que dá gosto ler e reler. Aqui deixamos algumas passagens que ilustram a enorme capacidade do autor para nos trazer uma novela do Oeste com uma intensidade dramática fora do vulgar. Para os que quiserem mais, deixamos um ficheiro para download


quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

BUF080. Um pobre diabo


(Coleção Búfalo, nº 80)
 
Eis mais um título do senhor Bradley, o qual sugere uma excelente novela, talvez a última que ele viu publicada na Coleção Búfalo. A sua intensa carga dramática aparece desde logo no título, na capa e na própria nota de pé de página.
Temos muito pena de não dispor desta obra para a podermos partilhar com os leitores do Passagens. Talvez com o tempo...

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

BUF071. Ratoeira mortal


Coleção Búfalo, nº 70)
 
Lee Yancey era um jovem proscrito, vítima das sequelas da guerra civil e da vingança dos vencedores contra os que apoiaram o Sul. Muito jovem foi desapossado da sua terra e, vingando-se, condenado a pesada pena de prisão. Após ter morto o ladrão dos seus bens, fugiu, praticou vários assaltos e o autor vai encontra-lo a caminho de Westcliff, uma povoação cuja paz assentava sobre um barril de pólvora devido à inimizade entre granadeiros e mineiros explorada por algumas personalidades com menos escrúpulos.
Na sua fuga incessante, Lee depara com um morto portador de uma carta de apresentação naquela cidade e resolve tomar a sua identidade para assim enganar os rurais que o perseguiam. Mas não tardou a perceber que se metera numa ratoeira com todas as caraterísticas para se tornar mortal.
Este livro de Cliff Bradley é um pouco mais maçudo que o habitual neste autor e é com dificuldade que se descobrem algumas passagens dignas de registo. A capa, não assinada, é apresentada como da autoria de Carlos Alberto Santos, mas sugere muito o traço de Longeron… Aliás o livro foi originalmente publicado em Espanha na coleção Seis Tiros da Editorial Toray, com a mesma capa, sendo pouco provável a autoria de capa atrás referido
 
 

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

CLT011. A lei antes de tudo

(Coleção Colt, nº 11)
 
 
Fred Smith, rápido com as armas e em despachar os adversários para outro mundo, homem de bom trato mau grado o apelido de «Funeral» Smith, foi convidado para impor a lei naquela tempestuosa cidade da fronteira. Pensavam os agentes do convite que ele se limitaria a limpar o ambiente de bandoleiros, mas ao fim de pouco tempo convenceram-se de que o apego à lei e à ordem era de molde a estorvar algumas das suas atividades.
As coisas complicaram-se para o novel representante da lei quando descobriu que uma jovem cantora de saloon era portadora de uma beleza perturbante capaz de incendiar o mais empedernido dos fora da lei. Ao saber que a mesma era perseguida por roubo pelo xerife da cidade vizinha tratou de correr o homem a pontapé e demonstrar que as convicções do mesmo não estavam bem fundamentadas…
É neste ambiente que se situa mais uma novela de Cliff Bradley. Trata-se de uma novela vulgar, talvez um pouco inferior na obra do autor. A entrada, com a apresentação de «Funeral» Smith, merece realce, mas o restante é mesmo vulgar.

sexta-feira, 14 de março de 2014

BIS055. Terror na fronteira


(Coleção Bisonte, nº 55)


Eis mais uma excelente novela de Cliff Bradley que nos traz mais uma vez o tema da fronteira e da sua frequência por toda a espécie de indivíduos.
Passagem selecionada:

PAS003. Porque coras, linda Mabel?

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

BIS049. O pacto dos mortos


(Coleção Bisonte, nº 49)
Sam Snyders era dono dum rancho riquíssimo, conseguiu apoderar-se da maior parte da água e não a facilitava aos vizinhos. Estes uniram-se para o forçar a rever a situação.
Barry Freemont tinha sido maltratado por um facínora na sua terra de origem no Missouri e resolveu persegui-lo. Encontrou-o, matou-o, mas uma modificação de última hora nas condições da luta levou-o a ser condenado à forca. Entre os jurados estava Snyders que foi influenciado pelas estranhas circuntâncias da luta de Barry com o facínora.
No encontro com os outros rancheiros pela posse da água, Snyders sentiu que o coração lhe falhava e, acreditando que ia morrer, resolveu deixar todo o património a Barry com o objetivo de torpedear o processo testamental e os interessados nunca terem interlocutor para resolver o problema da água.
Snyders morreu e Barry foi enforcado. Este estranho pacto entre mortos é a base para esta novela de Cliff Bradley.
Barry tinha um irmão, Lance, que chegou à cidade à sua procura e em breve percebeu o que se tinha passado. Conheceu uma jovem formosa que se pensava ser filha do seu mortal inimigo quando era apenas uma capa para uma melhor aceitação deste. Em breve, os encontros entre os dois jovens se transformaram em paixão e levaram a que tudo se deslindasse, sendo o nome de Barry limpo e este ilibado da acusação. 

Passagens selecionadas:

PAS204. A voz do fantasma 
PAS203. Uma canção macabra


AUT004. Cliff Bradley: a sensualidade na novela do Oeste

Jesus Navarro, um autor de novelas cor de rosa, escreveu novelas do Oeste utilizando os pseudónimos Cliff Bradley e Jess Mc Carr. Qualquer dos dois é fabuloso, aliás quase não se distinguem.
Os pistoleiros continuam a sê-lo, mas alguns têm alma. Outros encontram aquela que os vai ajudar a regenerar. E a mulher tem sempre um desempenho extremamente sensual que transmite múltiplas emoções. Ler um encontro de um pistoleiro com uma jovem é vê-la corar, é saber que ele sente o sangue a correr-lhe quente nas veias, é concluir que ele vai defendê-la seja a que preço for.
As palavras escritas por Navarro têm sempre algo, para além delas, que sentimos, mas não captamos imediatamente, algo de sensual que mexe connosco que nos faz desejar estar no lugar do herói.
Depois, há a ternura relativamente a esse outro ser que é a companhia constante do herói: o cavalo. Os cavalos em Bradley são parte integrante da história. Têm sensações, ajudam na decisão e frequentemente impõem-na.
Muitas vezes, as suas descrições atingem assinalável violência não pelos tiros ou pelos murros, mas pela envolvência humana que implicam. Releia-se a passagem "o pianista cego" e sinta-se de novo o terror daquela gente enquanto o pionista ao som dos tiros acelera a sua execução da música e a miúda ("elegante e muito bonita", reparem, a apreciação nunca deixa de ser feita) é forçada a dar atenção ao energúmeno.
Se hoje em dia fossem editados livros como estes, um autor que não deixaria escapar seria com certeza Cliff Bradley ou Jess Mc Carr.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

BIS030. Missão Perigosa




O marido de Louise, um engenheiro que acompanhava a exploração de minas de prata, apareceu morto o que foi atribuído a suicídio. A viúva escreveu ao seu amigo Dan Casey, com o qual tinha estado envolvida em tempos, pedindo-lhe que viesse a Tombstone para esclarecer o caso.
Casey partiu para apoiar a sua antiga companheira, escapou a um atentado na viagem e encontrou velhos rivais que não andavam pelos melhores caminhos. O desenvolvimento da novela conduz a uma trama esquisita em que aquela que pediu ajuda acaba por se ver envolvida em assassinato.
Contrariamente a muitos outros que atingem a excelência, este livro de Cliff Bradley é maçudo e excessivamente grande. Por várias vezes desisti de o ler e só a obrigação de o trazer ao Passagens me fez chegar ao fim.
 
 
Passagens selecionadas: