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terça-feira, 6 de agosto de 2019

POL181_190

Não dispomos de capa e texto dos livros seguintes da Coleção Pólvora:


POL181
 Quando Chega a Sua Hora 
César Torre
POL182 
O Advogado Defensor 
Silver Kane
POL183 
A Última Façanha 
L. Rock
POL184 
Bonecos de Chumbo 
Sam Fletcher
POL185 
Os Abutres e a Carne Morta 
Vic Adams
POL186 
Missão Perigosa 
Frank Dexter
POL187 
A Vida Por Um Preço 
Jess Mc Carr
POL188 
Quadrilha de Malfeitores 
E. L. Retamosa
POL189 
Tiro Aberto 
Sam Fletcher
POL190 
Uma Diligência Atrasada 
Raf. G. Smith

sexta-feira, 15 de abril de 2016

CWB076. O desesperado

 
(Coleção Cow-boy, nº 76)
 
Eis mais um livro na melhor linha de Raf G. Smith. Um jovem estabelece-se com a mulher e filho num rancho e alguém que desejava aquelas terras, faz desaparecer a criança e prepara uma encenação para lhe fazer crer que a mulher fora assassinada. Desesperado, preparou-se para abandonar aquele local, mas uma ajuda inesperada fê-lo recuperar aquilo que pensava para sempre ter perdido. Entretenha-se a desvendar o enigma aqui presente lendo «O desesperado».

segunda-feira, 21 de março de 2016

BIS105. Matar ou morrer

(Coleção Bisonte, nº 105)
 
 
«Matar ou morrer» é mais um livro onde Raf G.Smith exibe as suas caraterísticas mais conhecidas: fanfarronice estúpida no herói principal, neste caso, Harry Aldon e aguçado instinto para a intriga policial desenhada a partir de um assassínio com caraterísticas de muita crueldade e sucessiva lista de suspeitos até se chegar ao culpado, muitas vezes, alguém que nem força tinha para matar uma formiga. A linguagem do autor é ainda típica de um provincianismo saloio, com diálogos sem nexo, e denunciando o modo como ele próprio falaria com os seus conterrâneos, afastando-se assim de uma linguagem do Oeste.
Dito isto, este livro, contemporâneo do «Vingança Trágica» publicado na Búfalo e de uma importante sequência na Cow-Boy, até é interessante, mas nada traz de novo em relação ao autor.
A capa, denunciando uma situação pela qual a heroína Celeste foi obrigada a passar pelo seu noivo que ela acusava de assassínio, é excelente. A pobre foi abandonada na noite e um tratador de porcos divertiu-se a imitar uivos de coiote para a aterrorizar.
Aqui vão ficar algumas passagens de «Matar ou morrer»: Harry, chamado a Fresno pois alguém suspeita que Celeste vai ser lesada, é acusado de assassinar um irmão desta e enceta a luta para demonstrar a sua inocência e reconquistar a mulher armada. Vejam lá se descobrem quem foi a frágil criatura que matou o irmão da beldade.

domingo, 10 de maio de 2015

BUF085. Vingança trágica

 
(Coleção Búfalo, nº 85)
 
Eram três meninas, lindas, detentoras de razoável fortuna: Janet, a mais velha, era sonhadora, romântica, dotada de espiritualidade estranha. Grace, fria, calculista, despótica, com muita dose de inveja, o que a tornava rancorosa, Olívia, tímida como gazela, mansa como cordeirinha. Todas eram cortejadas por um jovem vizinho e o sonho dos pais era a união dos ranchos. Mas o rapaz não se decidia e de todas queria favores. Dizia que amava Grace, mas beijava Janet e Olívia. Até que um dia, Janet o apanhou numa gruta em que se tinham refugiado de uma tempestada e confessou-lhe o seu amor inigualável: "Amo-te com o ímpeto selvagem de uma leoa com cio". Quando um homem ouve isto, o seu punhal parece o de um leão... e a tragédia começou aqui.
Um lote de mortes na família das meninas acaba por lançar as culpas sobre o rapaz que acabou por ter de fugir para não ser enforcado. Passados anos, regressou e, em duelo com o filho entretanto nascido das carícias daquela noite, deixou-se balear ao saber quem ele era. Apenas ficou ferido, pelo que se reacendeu a vontade de o enforcar. "Nada parecia poder salvá-lo. A corda já lhe roçava o pescoço, mas..." Uma das maninhas, entretanto morta em acidente, coitada, deixara uma carta em que contava todas as malvadezas em que se envolvera para se vingar dele. Uma vingança trágica que arrastou a maior parte da família... e o rapaz, já homem maduro, pôde finalmente desfrutar do seu verdadeiro amor e da companhia do filho.
A escrita de Raf G. Smith por vezes roça o anedótico e é excessivamente teatral. Mas sempre gostei muito deste livro, um dos primeiros que comprei naqueles tempos...

sábado, 23 de novembro de 2013

ARZ044. Pronto para morrer


(Coleção Arizona, nº 44)

Quando um conjunto inesperado de mortes foi sendo conhecido, a primeira versão das suas causas foi o suicídio, mas a intervenção de um jornalista de Leste muito hábil com as armas, dotado da dose de fanfarronice normal nos livros de Raf G. Smith, foi determinante para determinar os verdadeiros causadores. O autor, mais uma vez, mostra o seu instinto para a novela policial.
Na capa, o fanfarrão (que se gabava de estar sempre pronto a morrer), acompanhada de uma bela jovem, exibe as armas com que acabava de abater mais alguns inimigos.

sábado, 27 de julho de 2013

PAS028. Chicotada no amor


Partiram meia hora depois. Não foi pequena a surpresa de Mike e Oliver ao encontrarem no local os filhos e a viúva do rancheiro…
Já tinham o cadáver numa padiola e dispunham-se a levá-lo quando interveio o xerife.
- Vejo que pisaram os arredores apagando todos os possíveis rastos. Algum de vocês está empenhado em que não descubramos o assassino?
A senhora Doren, a viúva, continuava a chorar em silêncio. Betty e Russel cravaram o olharem Mike.
- Não sabem quanto o lamento – disse este. – Ao descobrirmos, eu e Oliver, o corpo, fomos ao rancho para lhes comunicarmos a triste notícia mas quase nos receberam a tiro. Já devem saber o que aconteceu depois.
- Como também sei – respondeu Betty – que o papá te ameaçou ontem e que ordenou a anulação do nosso noivado; tu, como vingança, mataste-o cobardemente pelas costas.
- Betty! Que tolice estás a dizer? – perguntou Mike, horrorizado. – Enlouqueceste? Quem te meteu essa ideia na cabeça? Como…
Mike levou a mão à cara, onde acabava de estalar o chicote que sua noiva tinha na mão.
- Canalha! Patife! Matem-no, rapazes! É um assassino…
/Coleção Cowboy, nº 4)


E agora, Mike? Como vais escapar? Matarás a tua noiva?

quarta-feira, 24 de julho de 2013

PAS025. Encontro com a Morte

A diligência parou em frente à taberna.
Levando o cavalo à rédea, Bill juntou-se aos curiosos, recordando-se da linda loira de olhos cor do céu. Viu-a descer e ficar à espera da bagagem.
- Boas tardes, menina. Por mais que puxe pela memória não me recordo de ter visto uma mulher tão escandalosamente bonita. Que tal foi a viagem?
A jovem fez um gesto de impaciência.
- Quer fazer o favor de me deixar tranquila?
- Que voz angelical! Qualquer diria que é a campainha da porta do paraíso.
- Menina Florabel Hulton! – gritou o cocheiro, segurando uma mala e lendo o nome da proprietária.
- É minha! – disse a encantador loira pondo-se nos bicos dos pés para receber a mala.
Bill não lhe deu tempo. Adiantou-se e colocou-lha suavemente no chão, acrescentando:
- Seria o mais feliz dos homens se me autorizasse a levar-lha a casa.
A rapariga murmurou um «obrigada» e afastou-se. Bill ficou-se a contemplá-la mas não lho permitiram. Perto dele, ouviu uma voz dizer-lhe.
- Esqueça essa jovem, que é melhor para si.
Era o aperaltado da diligência.
- Motivos?
- Ordeno-lhe eu e chega!
- Não chega distinto amigo. É sua mulher, namorada, noiva, irmã ou avó?
- Seja o que for não interessa. E não me irrite porque morrerá sem remissão. Agora não me surpreenderá como há meia hora.
- O surpreendido fui eu. Esse fato não parece o de um pistoleiro profissional. Que vem aqui fazer? Negócios de batota?
- Chamo-me Foster Stirling! Nunca ouviu falar de mim?
- Não e admira-me porque os pistoleiros são populares nestas terras; mas o meu nome talvez já o tenha ouvido alguma vez: chamam-me «Morte».
(Coleção Cowboy, nº 1)

terça-feira, 23 de julho de 2013

PAS023. Aparição

Bill voltou-se para trás e ficou maravilhado. A uma janela assomavam os cabelos de mulher mais bonitos que algum dia vira. E, sob os cabelos, um rosto como nunca contemplara. Meteu o cavalo a par da janela. E levou a mão à aba do chapéu.
- Boas tardes, menina! Chamo-me Bill Serven. E você? – como a jovem voltasse o rosto para outro lado, prosseguiu: - Não receie que nos persigam os índios. Mesmo nesse caso, estarei eu aqui para jogar a vida pela sua tão deslumbrante.
A rapariga, que não passaria dos vinte e dois anos, cravou por um momento os olhos azuis nos do cavaleiro. Este continuou:
- Nunca supus que alguma mulher pudesse arrancar um bocado do céu para o fechar debaixo das pálpebras. Os seus olhos brilham mais que o Sol. Em compensação os seus cabelos parecem raios do astro rei. Pode dizer-me se vem do céu?
A jovem voltou-se para dentro do carro depois de correr a cortina…
(Coleção Cow-boy, nº 1)