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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

BIS129. O rancho cobiçado

(Coleção Bisonte, nº 129)
 
 
Bert Hartfield era um agente da lei que, tendo falhado na captura de um criminoso, partiu na infrutífera missão de o encontrar e aprisionar.
Era um homem triste e frustado aquele que, determinado dia, acampou num bosque do Wyoming. E aí mais uma vez pareceu repetir-se o seu falhanço. Ouviu tiros, não viu ninguém e não ligou. No dia seguinte, partiu e, pouco depois, encontrou um homem baleado agarrado a uma ferida para impedir a saída de sangue e praticamente inconsciente. Socorreu-o, ajudou-o a chegar ao seu rancho e pouco depois conheceu uma série de problemas que aquela família atravessava.
Os encantos de uma jovem fizeram-no apoiar essa família e o curioso é que em breve viria a cruzar-se com o homem que há tanto tempo procurava e que agora manobrava uma teia que se mexia para se apoderar de um rancho cobiçado.
Ao contrário do que se lê na capa, este livro deve ser atribuído a Paul R. Mayfair em vez de A. G. Murphy. Aliás, tal é notório mal se começa a leitura. O livro, apesar do interesse, é entediante, não tem o encanto dos de Murphy. Apesar de tudo será reproduzido no «Novelas»

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

BIS115. Quatro cavaleiros de negro

 
(Coleção Bisonte, nº 115)
 
 
Eram quatro cavaleiros que vestiam de negro. Eram quatro cavaleiros que, na noite escura, percorriam montes e vales e castigavam todos aqueles que abusavam dos mais fracos. Um deles, o «Escorpião», era totalmente obedecido pelos restantes. De identidade desconhecida, poderoso com o «Colt», sabia relacionar-se com a Lei e desenvolver ações para anular criminosos.
É neste contexto que o autor nos traz o acto cobarde da família Zale contra um pobre criador de ovelhas mexicano. Soto foi vilmente assassinado quando, por descuido, alguns dos seus animais entraram no terreno da poderosa família. A partir desse momento, quatro cavaleiros de negro desenvolvem forte ação contra os criminosos que culminaram na vergonhosa morte do mais velho… por medo.
As passagens que hoje aqui deixamos não puderam ser postas em texto devido à má impressão que neste momento caraterizava os livros da APR a qual torna impossível o reconhecimento de carateres. Note-se ainda uma certa semelhança de estilo deste autor com A.G.Murphy, sendo que algumas passagens fazem lembrar o magnífico «Não sou um foragido».