(Coleção Carabina de Ouro, nº 68). Capa e texto indisponíveis
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terça-feira, 4 de outubro de 2022
quarta-feira, 2 de março de 2022
quinta-feira, 25 de junho de 2020
quarta-feira, 17 de julho de 2019
sábado, 29 de junho de 2019
sábado, 12 de janeiro de 2019
terça-feira, 8 de janeiro de 2019
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
segunda-feira, 27 de agosto de 2018
sábado, 30 de dezembro de 2017
BUF158. Um xerife em perigo
(Coleção Búfalo, nº 158)
Numa noite em que tinha sido agredido por um conjunto de energúmenos na cidade onde fora substituir o seu velho colega, o xerife Dennis Blake cruza-se e apaixona-se por uma jovem que volta a procurar na manhã seguinte.
Estranhamente, o detentor do local onde se encontrara com a jovem informa-o que esta tinha morrido um mês antes quando se dirigia para o cadafalso onde um condenado estava a ser executado apesar de clamar inocência.O mistério adensa-se quando Dennis descobre na prisão daquela terra inscrições do condenado gritando a sua inocência…
Eis um livro interessantíssimo numa fase em que a coleção Búfalo já não entusiasmava. A capa lembrava as primeiras da coleção, e o título era um pouco mais fraco que o original «enamorado de um cadáver».
Para se compreender o que acontecera, há que ler este livro até ao fim elo que o vamos publicar no Novelas deixando aqui algumas passagens para despertar o interesse.
A autoria parece mal expressa na capa onde surge o nome Peter Logan, enquanto no interior a obra é atribuída a Fred Dennis.
sábado, 21 de outubro de 2017
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
BUF145. O proscrito
(Coleção Búfalo, nº 145)
Era um homem perseguido por ter morto um oficial do exército vencedor e, desde então, toda a sua vida se tinha mantido graças à sua destreza com as armas. Um dia, resolveu voltar à sua terra e comoveu-se com as recordações dos tempos passados enquanto crescia, tempos em que fora feliz e em que nada lhe anunciava a triste vida que levava.
Reencontrou a mãe e a irmã e voltou a matar por esta ter sido abandonada por um indivíduo sem escrúpulos. Foi ferido e os favores de um criador de cavalos permitiram-lhe resistir e recuperar. As filhas deste enamoraram-se dele e, quando quis partir, o apelo do amor foi mais forte.
Trata-se de uma novela de Fred Dennis que mostra como aquele sentimento pode derrubar todas as barreiras, embora torne transparente que o vil metal pode comprar muitos daqueles em quem confiamos... A honra e a traição estão, aqui, sempre presentes.
sábado, 20 de agosto de 2016
ARZ120. O nómada
(Coleção Arizona, nº 120)
Elisa partiu de Chicago, numa galera, com destino a Durham, no Oklahoma. Pretendia juntar-se ao seu marido que partira à procura de uma nova vida.
A jornada foi dura e errática e, se durante os primeiros dias, Elisa não se deparou com qualquer percalço, os problemas em breve surgiram. E o primeiro foi o encontro com um homem que se cruzou no seu caminho, um homem que fazia da sua vida a deslocação constante de um lado para o outro, um «nómada». A partir daquele momento, Fred Queen enfrentou um conjunto de peripécias para guiar aquela mulher até ao seu destino.
Chegados a Durham, parecia impossível encontrar o marido de Elisa, ninguém conhecia Gerald Wells. A razão era simples: o homem tinha mudado de identidade, dominava um negócio não muito limpo e explorava garotas de «saloon». Quando finalmente Elisa o encontrou, foi rejeitada, desprezada. E Fred viu ali o motivo para abandonar a sua vida de nómada.
sábado, 2 de julho de 2016
BUF117. "Apache"
(Coleção Búfalo, nº 117)
Um rancheiro, caracterizado por desenvolver um ódio enorme a todos os índios, resolveu combater esta situação e, quando se apercebeu da razão de fundo da mesma, soube distinguir entre os que tinham uma atitude positiva e os que se dedicavam aos actos de vandalismo. No seu coração deixou de existir ódio o que foi suficiente para lhe permitir desenvolver o amor por uma linda índia criada num rancho vizinho e em relação à qual, em momento anterior, tinha tido uma reacção nada recomendável, ofendendo-a e humilhando-a.
Fred Dennis é um autor com apenas 15 registos em Portugal todos na APR.
A capa, não assinada, retrata um aspecto da luta do rancheiro que odiava apaches contra um branco escondido atrás de uma pedra que conseguiu deixar no local em que se escondia um cadáver de índio para o induzir em erro.
Um apache, de nome Jerónimo, revoltou-se contra a exiguidade das reservas que tinham sido atribuídas aos índios e começou a atacar a zona fronteiriça entre o México e Texas. Tanto bastou para que, em outras regiões afastadas daquela, outros índios começassem a praticar actos de vandalismo nalguns casos apoiados oportunisticamente por brancos que queriam aproveitar-se da situação.
Um rancheiro, caracterizado por desenvolver um ódio enorme a todos os índios, resolveu combater esta situação e, quando se apercebeu da razão de fundo da mesma, soube distinguir entre os que tinham uma atitude positiva e os que se dedicavam aos actos de vandalismo. No seu coração deixou de existir ódio o que foi suficiente para lhe permitir desenvolver o amor por uma linda índia criada num rancho vizinho e em relação à qual, em momento anterior, tinha tido uma reacção nada recomendável, ofendendo-a e humilhando-a.
Fred Dennis é um autor com apenas 15 registos em Portugal todos na APR.
A capa, não assinada, retrata um aspecto da luta do rancheiro que odiava apaches contra um branco escondido atrás de uma pedra que conseguiu deixar no local em que se escondia um cadáver de índio para o induzir em erro.
segunda-feira, 27 de junho de 2016
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
quinta-feira, 18 de julho de 2013
PAS020. Obras no cemitério
Hoodgkin Stone, o velho Stone, era um homem impulsivo e tinha uma história bastante escura que muita gente se comprazia em relatar. Sabia-se que tinha arribado a Minnesota montado num velho e esquelético sendeiro, que desimpediu o caminho com os revólveres que manejava como ninguém e que o cemitério de Alberca Lea teve de ser ampliado após a sua chegada.Sabia-se, ou suspeitava-se, que era um pistoleiro que procurava um recanto pacífico onde pudesse descansar; onde ninguém pudesse encontrá-lo e onde pudesse dar descanso ao seu revólver.
Talvez ele se encontrasse no lugar ideal onde tudo aquilo era possível, mas o mal de Hodgkin Stone não estava nas pessoas, mas exclusivamente nele, no seu sangue contaminado de pólvora; nas suas mãos ágeis, completamente divorciadas do cérebro, que agiam como se não existisse relação entre uma coisa e outra.
Matou. Não havia nada que lhe detivesse a mão quando se tratava de matar, ainda que ele o não quisesse. Depois, sempre com a preocupação de abandonar de vez os revólveres, comprou um terreno, adquiriu vacas e toiros e dedicou-se à criação de gado. Casou-se e teve filhos.
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