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Procurou os seus companheiros com o olhar, mas só encontrou o veterinário, que crispava as mãos nos braços da cadeira e acusava os tiros como se fossem chicotadas descarregadas sobre si mesmo. O rosto descomposto, as pupilas contraídas e o ar espavorido, convenceram Jess de que algum facto inesperado tinha tomado forma enquanto dormia. Por isso, antevendo uma verdade que quase lhe parecia monstruosa, perguntou:
— Onde está Budy?
— Não... não sei — respondeu, com voz impessoal, Thompson. — Mente, doutor. O senhor sabe... e vai já dizer-me. Avie-se! Talvez ele precise da minha ajuda!
— Creio que Budy King já não precisa de nada,
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