quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

KNS030. A morte está escrita

(Coleção Kansas, nº 30). Capa e texto indisponíveis

PAS422. Uma mulher dá lição de tiro

Para Drek e para a maioria dos que a olhavam, aquela mulher parecia tão temível pela sua beleza como pelas armas que empunhava. Muitos dos que presenciavam a cena, tinham-na visto disparar. Drek ainda não, pois chegara àquela povoação apenas há uns vinte minutos. O caso passava-se em plena rua, quando havia mais gente nela, e como das outras vezes, em frente do «Frontier Saloon».
Havia agressividade no fulgor dos seus olhos esverdeados, na fúria vermelha dos lábios, nas linhas do seu corpo, no busto desafiante e alto, na cintura estreita, apertada pelo cinto do qual pendiam dois coldres apoiados sobre a curva de urna das ancas firmes e altas.
Neya Choy acabava de «sacar», palpitante de ira.
— Onde está a tua ousadia? Vamos, cobarde!
Tinha à sua frente um indivíduo bem vestido, cujo era de feições demasiado finas para homem e com rosto uma expressão cínica. Sabia-se com muito domínio sobre as mulheres e muito hábil com as armas. Por isso, respondia com um sorriso brincalhão ao desafio de Neya Choy.
— Não me ouves? Se não és um cobarde, demonstra-o!
Muitos pensavam: «Desta vez vai ser-te mais difícil, Neya... Esse indivíduo tem mãos de mestre».

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

KNS029.1 Encontro com «A Dama do Colt Frontier»

O jogo, as bebidas, e os ladrões de gado, sempre foram o triunvirato da vida agitada do Oeste. Este romance mais uma vez nos dá uma narrativa emocionante nesse campo, onde surge uma mulher que fazia profissão...
São estas as palavras de introdução a «A Dama do Colt Frontier», um livro assinado por A. Rolcest, um livro que encontrei perdido junto a uma gaveta abandonada com mais material que não tive oportunidade de analisar e que decidi imediatamente digitalizar, tal o modo como se me manifestara a sua imagem.
Esperava mais do senhor Rolcest que escreveu obras bem melhores, parecendo aqui completamente sufocado pela influência de Estefania. A capa, assinada por Cortiela, mostra uma mulher de arma na mão. Pretendia-se a mais bela da cidade, mas a capa nem lhe faz justiça. Deixamos uma passagem e a prometida digitalização.