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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

PAS404. O primeiro dia da vida de um pastor

Encontrou as ovelhas mais sossegadas e dóceis do que na vespera. Tirou o rebanho do desfiladeiro como lhe dissera Todd e conduziu as reses para uma meseta acidentada e coberta de relva, atravessada por numerosos barrancos e bosques pinheiros.
Começou assim o primeiro dia de pastor de Hebert. A tarde estava coberto de pó e cansadíssimo que mal comeu e deixou-se cair no leito de caruma que arranjara.
Quando acordou de manha as suas mantas estavam húmidas e cobertas de geada.
Levantou-se, desentorpeceu os músculos e afastou-se para ir buscar lenha e acender a fogueira. Mais tarde, enquanto tomava o pequeno-almoço junto da fogueira, Herbert Garner pensou admirado na profunda mudança que se dera na sua vida.
Realmente, só tinha uns restos do antigo médico afogado em trabalho, em preocupações que fora em Nova Yorque.
Riu-se imaginando o assombro de alguns do seus amigos da cidade se o vissem por um buraco. Sim, a sua vida mudara muito, e o mais surpreendente nesta mudança era a falta total de nostalgia e de qualquer outro sentimento de pena por tudo o que ficara no passado. Aqui era feliz e era-o por muitas e pequenas coisas que fariam sorrir os seus amigos de Nova Iorque. Era feliz pelo simples facto de estar vivo, de poder dormir no chão duro, sob as estrelas. Por poder preparar o seu próprio almoço e aspirar o cheiro dos pinheiros. Por ver o sol erguer-se todas as manhãs, por poder galopar todo o dia.
E era feliz porque se sentia jovem, vigoroso e apaixonado... Aquele dia foi igual ao anterior. Era uma antecipação ou amostra do que seriam os outros dias que passou pastando o gado: almoçar, cavalgar, e descansar a sombra dos pinheiros a hora do calor. Depois tornar a cavalgar atrás do rebanho, procurar um sítio para acampar, comer junto da fogueira ao escurecer, deitar-se e sonhar a olhar para as estrelas.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

PAS403. Sinais de traição

— Com mil raios— rugiu Hecht, tirando o «sombrero» e atirando-o ao chão. — Você enlouqueceu? Você nao pode empregar todos os que vierem pedir-lhe trabalho! Quer-se arruinar? E que trabalho lhes vai dar?
— Vamos inventar um trabalho qualquer.
— Meu Deus, você está mais doido do que eu pensava!
— Já disse isso há bocadinho. Está bem. Se sou um louco, devo portar-me como um louco, nao acha?
— Oh! Oh! — gemeu Hecht, puxando pelos cabelos, e virando-lhe bruscamente as costas, afastou--se e entrou em casa.
— Podem ficar, amigos — disse Bert aos mexicanos em inglês.
Mas os mexicanos perceberam-no perfeitamente a julgar pela alegria de que deram mostras.
Dentro de casa, Clifford encontrou Grace que punha a mesa para o almoço.
— Viu isto? — exclamou Clifford. — Pelos vistos, Garner tenciona tornar isto um asilo para mexicanos pobres e crianças. Não sei como o poderei convencer, Grace. Você não tem a menor influência no seu marido? Nao o podia fazer compreender que se McKeever voltar aqui pegará fogo a esta casa e Garner arderá com ela?
— Tenho muita pena, Clifford. Nada posso fazer.
— Parece-me antes que você é que nao quer.
— E nao quero, é verdade.
— Então é porque o detesta tanto como eu e espera que seja esta a maneira mais rápida de fazer com que McKeever o mate. E isso Grace?
Os olhos cinzentos da jovem mostraram surpresa. Depois horror.
— Você nao fala a sério, Clifford.
— Claro que não falo a serio — suspirou Hecht. — Você não é capaz de tais cálculos, e no entanto a maneira mais segura de se livrar de Garner é deixá-lo continuar a sua loucura, até McKeever se irritar e pegar fogo a esta casa.
Ela ficou calada e Hecht olhou-a, sentindo que a irritação, a impaciência e o desejo se misturavam de uma maneira diabólica capaz de o levar a cometer qualquer loucura.
— Grace, — disse com a voz rouca. — não posso suportar isto. Você sabe que se estou aqui é por sua causa, mas nao sei se poderei resistir ate ao fim. Garner agora esta mais forte do que antes e ainda que nao se cure, pode viver muitos anos... Porque nao o deixa e foge comigo?
— Hecht! — exclamou a jovem, erguendo os olhos assombrados.
— Grace, com certeza que nao vai fingir que a minha declaração a apanha de surpresa. Bem sabes que estou doido por ti! Ou julgas que aturo todas as impertinencias e loucuras do teu marido por me ser simpático e fazer pena?
— Clifford, por favor!
Ele abraçou-a e atraiu-a para si. Os lábios da rapariga estavam tão perto de Clifford que ele sentia o seu hálito no rosto. Hecht inclinou-se e beijou-a selvaticamente.
— Hecht! Hecht! — exclamou a jovem, esquivando-se.
Nesse momento, Grace viu que Garner entrara e olhava para eles com ar sombrio.
 Grace reagiu e deu um empurrão a Clifford que o fez retroceder até à mesa. Hecht reparou então no olhar assustado da rapariga e seguindo a direção do seu olhar voltou-se e viu Herbert de pé à porta, parado. Houve um grande silêncio durante o qual Grace, corou ate a raiz dos cabelos, enquanto Clifford empalidecia. Clifford gritou furioso:
— Está bem Garner, diabos me levem se me importo que saiba. Gosto da sua mulher e só estou a espera que você morra para a levar comigo para longe deste inferno.
Bert avançou na direção de Hecht, mas mudou de direção bruscamente e foi direito a Grace. Parou diante dela, levantou a mão e deu-lhe uma bofetada. Ela não fez nada para evitar o golpe e cambaleou olhando para Garner.
— Oiça, Garner — gritou Hecht, agarrando medico por um bravo e obrigando-o a virar-se para si. — Se quer bater em alguém, faça-o comigo!
O punho de Hecht abateu-se no rosto de Garner que recuou ate chocar com a comoda. Hecht avançou com os punhos cerrados, mas Grace pôs-se entre os dois.
— Nao! — soluçou. — Nao lhe batas! Está doente...
Clifford deixou pender os braços envergonhado sob o olhar de Herbert.
— Tenho pena, Herbert. Mas não é razão para bater em Grace. Beijei-a contra vontade dela. A culpa é só minha.
Bert olhou para um e outro. Viu Hecht arrependido e Grace esforçando-se por não chorar. Bert pensou que nao tinha o direito de privar Grace de esperança de construir a sua felicidade quando ele morresse e ao mesmo tempo sentia pena de si próprio. Desapareceu toda a sua fúria.
Endireitou-se, passou a mão pelos lábios.
— Sente-se, Hecht.
Clifford olhou-o admirado. Teria compreendido melhor Garner se este o tivesse mandado sair imediatamente de casa, mas a frieza, a sensatez e a calma do doente, que nao conseguia compreender, punham-no doido.
— Bert, se quiser que me vá...
— Primeiro vamos falar, Hecht. Depois resolveremos o melhor.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

PAS402. O médico e a serviçal

Grace apareceu e disse
- Senhor Garner. Está aqui um homem ferido que precisa de si com urgência
Bert largou o livro, soltando uma praga. Grace tinha desaparecido, sem lhe dar tempo a responder e Clifford observou interessado, as reações de Garner. Era curioso, muito curioso mesmo, que a esposa desse ao marido o respeitoso título de «senhor», da mesma maneira que Herbert se dirigia a ela, com a autoridade de um patrão, para com uma criada com muitos anos de casa.
— Está i visto que nao há maneira de uma pessoa estar tranquila, nem sequer no deserto, onde nao devia haver ninguém a nao ser as serpentes cascavéis — murmurou Bert, levantando-se.
Clifford viu-o desaparecer pela porta da cozinha. Simpatizava com ele. Admirava-o pela sua aguda e clarividente inteligência. Gostava de observar o seu tom grave e repousado, os seus ares de grande senhor. Devia estar bastante doente, a julgar pela pálida transparência da sua tez, os pómulos salientes e o seu queixo proeminente. E nao devia ter ainda trinta anos, apesar de já ter cabe-los brancos. A sua figura era, nao obstante, digna e cheia de distinção natural.
«Um autêntico cavalheiro» pensava Clifford. — Pobre homem, tao novo e com um pé na sepultura.
Clifford pensou a seguir em Grace, e involuntariamente, estabeleceu a correspondente diferença entre um e outra.
Grace, loira e resplandecente como um raio de sol, delgada embora forte e bem proporcionada, ao gosto próprio de Clifford, era uma bonita rapariga. Apesar disso nao «dizia bem» com Herbert. Nao era uma verdadeira senhora.
Clifford tinha tido ocasiões de sobra para observar as mãos da jovem senhora Garner. Eram umas mãos largas, fortes e ásperas. Mãos de criada, coma eram de serva as suas deferências para com o marido, a distância respeitosa do seu trato. Uma larga convivência com pessoas bem-educadas tinham-na tornado bem-educada também. Mas esta educação nao era natural, como no marido.
Naquela tarde, sentado na varanda, Clifford imaginou a provável aventura romântica do casal. Um médico distinto, tuberculoso, enamorado da sua criada, casa com ela contra a vontade paterna... e como recurso, foge para o Oeste, com o pretexto da sua doença.
Era esta provavelmente., a história dos Garner, embora Clifford nunca viesse talvez a saber se seria autêntica.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

PAS401. Formas de gratidão

O dinheiro era uma coisa péssima na profissão de Garner. Quando um paciente lhe pagava em moeda, automaticamente desligava-se todo do sentimento de gratidão para com o médico que o tinha curado.
Outra coisa muito diferente acontecia quando o paciente era tão pobre que nao podia pagar os serviços do médico. Nessa altura, o enfermo restabelecido sentia-se devedor para com o seu benfeitor de um tipo de divida que nunca chegaria a um saldo completo: a gratidão.
Foi isso que aconteceu a Garner com os mexicanos de Triangle.
Como nenhum tinha dinheiro, pagavam-lhe os seus serviços, enchendo-lhe a casa de frangos, ovos e toda a espécie de legumes que cultivavam nas suas hortas. Cedo se tornou uma figura popular em Triangle, sobretudo entre os mexicanos.
Em compensação nada disso sucedeu com os brancos que Garner teve que tratar.
Também era verdade que Garner nunca tinha aspiração a ganhar a confiança e a amizade dos habitantes brancos de Triangle, ate porque, poucas ocasiões tinha tido para isso.
Segundo Herbert observava, as caras renovavam-se continuamente em Triangle Town. A chegada e a partida de cavaleiros era frequente, mas à exceção de uns quantos que regressavam sempre depois de uma ausência mais ou menos prolongada, a maioria destes homens permaneciam um dia ou dois na cidade e voltavam a partir.
Ninguém sabia donde vinham nem para onde iam. Desvaneciam-se como fumo na parda imensidade do deserto e ninguém voltava a saber deles.
Eram aves de arribação, simplesmente; foragidos, vagabundos, homens de passado duvidoso, a caminho de um futuro mais tormentoso ainda.

domingo, 16 de novembro de 2014

PAS400. Caminhada para uma região desértica

Estendido num colchão, no fundo da carreta, Bert Garner só conseguia ver, através da abertura do toldo, os penhascos avermelhados das montanhas que avançavam sobre o desfiladeiro, com alguns pinheiros tortos, destacando-se na profundidade do céu azul, a beira do abismo. Naquela manhã, Bert tinha visto a inquietante silhueta de um cavaleiro índio contemplando-os com uma imobilidade de pedra do cimo de um rochedo.
— Não tenhas receio — tinha dito Rainbow, o condutor da carreta onde Bert viajava. — Os índios estão tranquilos, depois da última tareia que o Exercito lhes pregou.
Bert voltou a deitar-se sobre o colchão. O ar estava extremamente quente e tao abafado que ele tinha que recorrer, com frequência, ao cantil que tinha pendurado sobre a sua cabeça. Os vaivéns da carreta, sobre o terreno, acidentado e desigual, faziam oscilar o cantil como um pendulo e quando não tinha outra coisa que contemplar, Bert ficava a ver o seu movimento, ate acabar, invariavelmente por adormecer.
A sede fazia-o despertar com uma agoniante sensação de asfixia.
Nao estava tao doente que nao pudesse levantar-se da cama, mas ao fim de três dias de marcha desde Yuma tinha verificado ser aquela a postura mais cómoda para viajar. La fora, ao lado do condutor, o sol ardente do deserto caia a prumo, fazendo-o enjoar. O pó que os cavalos levantavam, formava uma nuvem que o asfixiava...
Bert tinha voltado a adormecer, quando foi acordado por uma paragem brusca do carro e pelo grito de Rainbow:
— Soo, mula! Soo!
— É um homem— disse a voz de Brace Cornell, por detrás de Bert. — E parece ferido…
— Parece-me mais que está morto — disse Rainbow. — Segure-me nas rédeas, senhora Garner. Parece-me que de qualquer maneira teremos que acampar aqui...
As molas da carreta gemeram, ao se livrarem do peso do corpulento condutor. Michael Hogan, que guiava o segundo veículo, perguntou:
— Que aconteceu, Ted? Por que paramos?
Rainbow respondeu:
— Vem cá... Está aqui um homem ferido...
Bert levantou-se sobre um cotovelo, atento aos ruídos vindos do exterior.
— Grace! — chamou — Grace!
Uma mão feminina afastou as cortinas da frente do carro, e o rosto de Grace, esbranquiçado devido a poeira, assomou por entre as lonas.
— Que aconteceu?— perguntou Bert.
— Está um homem estendido no caminho — disse a jovem, muito excitada. — Não sabemos se está morto, ferido ou simplesmente desmaiado. Rainbow está a examiná-lo. — A jovem voltou a cara para fora e anunciou: — Parece que ainda está vivo. Rainbow esta a fazer sinais...
 A voz áspera de Rainbow ouviu-se:
— Dá-me cá um cantil, Michael! Este homem está a delirar... Tem uma bala na espádua. Grace deixou escapar um pequeno grito. Bert disse:
— Vou descer, Grace.
Quando saltou do carro, Bert verificou que se encontrava à saída de um profundo desfiladeiro que tinham percorrido durante a manhã.
O caminho que as carretas percorriam estava situado entre a torrente pedregosa e a ladeira de um talude, entre cujos rochedos cresciam alguns pinheiros. O homem sobre o qual Rainbow estava inclinado devia ter rebolado por aquele talude e estava estendido quase no meio do caminho, mas estava de tal forma coberto de pó, que o condutor só o descobrira ao se encontrar muito perto dele.
Bert avisou Michael que se aproximava com o cantil:
— Não lhe deem ainda água.
Bert era médico e de tal maneira se achava familiarizado com a vista de sangue, que não fez o menor gesto de surpresa ao inclinar-se sobre o homem ferido. Procurou-lhe o pulso e disse:
— Perdeu muito sangue. Veja se o vira, Rainbow.
O condutor obedeceu.
— Rasgue a camisa, senhor Rainbow. Grace, fazes o favor, dás-me a minha maleta?
Rainbow puxou por um punhal. A camisa rasgada deixou ver a larga e bronzeada espádua do homem e nesta, o orifício sangrento aberto pela bala.
Herbert, depois de examinar a ferida, levantou os seus olhos para o sol.
— Teremos que trabalhar depressa, senão nao temos luz para extrair a bala— murmurou. A jovem tinha chegado com a maleta e Hogan continuava de pé com o cantil na mão.— Vai buscar uma manta, Grace. Você, Hogan, ajude o senhor Rainbow.
Grace chegou com uma manta e Hogan e Rainbow puseram o desconhecido em cima dela.
— Grace, põe água a ferver mal o senhor Hogan acender uma fogueira — ordenou o médico.
Hogan afastou-se e a rapariga também. Entretanto, Rainbow tirava ao ferido o pesado cinturão. Tirou a pistola do coldre. Era um «Colt», calibre 45, uma arma bastante antiga e ao que parecia, usada.
Rainbow, que era baixo e forte, mostrou o revólver ao doutor.
— Que aconteceu, senhor Rainbow?
— Vi já morrer muita gente, doutor e nao acredito que a este restem maiores invernos. Porque nao o deixamos esticar o pernil em paz?
— Pensa que o devíamos fazer, senhor Rainbow?
— Veja a sua pistola. Seis marcas na coronha. Sabe o que isso significa? Este revolver tirou, pelo menos, a vida a seis homens.
— E depois?
— Estou pronto a apostar que se trata de um «pistoleiro», reclamado pela justiça.
Herbert Garner contemplou largamente o ferido. Depois, o seu rosto pálido no qual as feici5es corretas pareciam talhadas sobre marfim, voltou--se para o carreteiro. Os seus olhos, verdes e inteligentes, cujo notável contraste com os seus cabelos negros e ondulados, tanto surpreendia Rainbow, brilharam.
— Senhor Rainbow — disse, delicado mas energicamente, com aquela sua correção que o qualificava como homem culto e tanto agradava aos seus carreteiros — só a Deus compete decidir sobre a vida de um homem. Eu não sou Deus, nem sequer um juiz. Sou apenas médico. De qualquer forma, tratarei deste homem. Fá-lo-ei, porque é meu dever, percebeu?
Esta forma clara e brilhante de expor qualquer assunto, era outra das características surpreendentes do médico. Rainbow encolheu os ombros e afastou-se.

sábado, 15 de novembro de 2014

EXTRA002. Terra para lutar


Um médico, Bert Garner, parte para a cidade de Triangle Town no Arizona, com o objetivo de procurar melhores ares e condições para menor sofrimento, já que tem um diagnóstico de tuberculose e as perspetivas sobre a sua vida são as piores. É acompanhado pela esposa, Grace, com a qual celebrou um estranho contrato: ela assisti-lo-á na fase final da sua vida e será herdeira universal dos seus bens.
A caminhada vem a introduzir alguns grãos de areia na relação do casal, já que, perto do objetivo encontram um homem ferido a quem Bert e Grace prestam assistência, levando-o para a futura residência.
A narrativa de George H. White começa a fazer-nos sentir a formação de um triângulo amoroso e um processo de recuperação de Bert suportado no clima local, na excelente relação com alguns dos habitantes e até nas novas condições de vida. O médico, que nada conhecia daquela vida, para além do exercício de medicina, levanta e conserta cercas, aprende a disparar, é pastor de ovelhas e ganha um ânimo completamente diferente, considerando que encontrou uma terra para lutar.
Esta novela é muito interessante, fazendo lembrar o magnífico «Filho do Deserto» do mesmo autor, pertencendo-lhe algumas das passagens que passaremos a apresentar.