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domingo, 15 de junho de 2014

PAS318. A magia do Kentucky


É possível que a sedutora melodia da canção de Stephen Collins Foster, «My Old Kentucky Home», seja mais conhecida do que o hino nacional americano. O que é certo é que muitos «kentuckyanos» têm pelos dois o mesmo respeito, como inalterável é a lealdade pelo seu querido Estado.

O próprio nome de Kentucky é pronunciado pelos seus lábios com um acento quase religioso. Pronunciam-no murmurando docemente, com reverência, de modo que resulta qualquer coisa assim como «caintuqui».

Dito desta forma é uma extraordinária chave mágica que abre todas as portas, incluindo as da sociedade mais mundana e de mais alto prestígio. Um homem não tem mais que dizer que é de Kentucky, para que aos olhos dos que o rodeiam apareça como uma autoridade em questão de mulheres, de cavalos e de «whisky».

PAS319. A recusa de uma mulher


O poderoso lavrador de Danville, que juntamente com o coronel Sidney Robertson compartilhava do domínio de todo o distrito, pensava naquele momento num problema que havia algum tempo, o obcecava.

Ainda novo, de boa presença e senhor duma fortuna colossal, Don Herbert não podia esquecer a recusa que recebera de Chris Robertson. Às suas pretensões de casar com a filha do coronel esta respondera sem qualquer hesitação:

-- Nunca me casarei consigo, Don Herbert — e a sua voz era firme e cortante.— Conheço-o demasiado bem e o senhor sabe que é assim. Com o seu dinheiro qualquer mulher se sentirá feliz se o senhor a cortejar. Mas eu não me vendo. Primeiro porque não tenho necessidade disso, e segundo porque nem coberto de oiro conseguiria gostar de si. Repare que lhe falo com toda a franqueza. Faço-o para, que não volte a insistir nas suas absurdas aspirações.

sábado, 14 de junho de 2014

BIS069. Assim morrem os traidores

(Coleção Bisonte, nº69)



Quando Chris Robertson recusou o pedido de casamento de Don Herbert, estava longe de pensar que este iria desenvolver todos os esforços para lhe criar problemas e ao seu pai com o objetivo de os arruinar.
Perante o avolumar desses problemas, o coronel Sidney Robertson procurou um homem capaz de dirigir a sua plantação e fazer frente aos inimigos que permaneciam escondidos. E o certo é que esse homem mostrou um poder extraordinário para limpar a região e acabou por domar e conquistar a bela Chris.
Eis mais um livro de Rogers Kirby com a eterna referência ao local da novela, desta vez o Estado do Kentucky e a magia que o mesmo constitui para os seus habitantes. De resto, o livro não passa de monumental dose de tiroteio, método pelo qual o novo capataz dos Robertson respondia a quem lhes criava problemas.