Anoitecia. Bart Taylor largou o martelo e, encaminhando-se para o bidão, tornou a molhar a cabeça. Depois bebeu um gole de água e disse, por fim
— Percy, traz-me as varas com as lanternas.
Onde as espeto, chefe?
— Três de cada lado, a três passos do sulco.
Taylor voltou para agarrar numa alavanca de segurança. Mas Ruby Cardingan gritou-lhe:
— Eu estou a falar contigo, Bart Taylor!
— E eu estou a ouvir-te, de sobra, Ruby Cardigan.
— Donde me conheces tu?
— E tu também donde me conheces? De ouvido.
— Tal como te pintam. Um desgraçado que se julga Napoleão.
— Senhora Cardigan, custa-me bastante o que vou dizer-te. Volta amanhã, ao meio dia, por que estou agora a trabalhar e tu não estás em condições de falar comigo, como senhora que és, embora te pese que falem de ti...
— Eu não estou embriagada. Provei apenas um gole.
— Então, falemos com mais tato, senhora Cardingan. Insultaste-me por duas vezes. E eu nada te devo, nem te fiz